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Marco Armando

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Jornalista e fotógrafo, sou graduado em Comunicação Social, com pós-graduação em Comunicação Empresarial e Institucional.
Atuona área de produção de informação há quatro anos, com destaque para o desenvolvimento e coordenação de redação jornalística, assessoria de imprensa, consultoria e comunicação interna.
Coleciono em minha carreira trabalhos em fotojornalismo (produção, edição e tratamento de imagens fotográficas), redação e edição de textos telejornalísticos, editoração gráfica, arte e diagramação, jornalismo on-line, desenvolvimento e administração de sites de notícias.
Na área da fotografia desenvolvo trabalhos em fotojornalismo, imagens publicitárias (still e estúdio), coberturas
sociais (casamentos, aniversários e eventos), fineArt, desenvolvimento de catálogos, Photo Album, Photo Book
Composite, edição e restauração de imagens.
January 08

Obama venceu, e agora?

Passadas as eleições americanas, antecedidas de discursos altamente cativantes e conquistadores no período de campanha, chegamos a uma questão que não quer calar: e agora, Obama? É caro leitor, agora a história e outra. Sinais disso puderam ser evidenciados no discurso da vitória, onde Barack Hussein Obama falou sobre a realidade atual, sobre os tempos complicados em que todos os seres do planeta estão envolvidos, deixando de lado muitas falas ilusórias utilizadas anteriormente.
Pela vitória, Obama será obrigado a caminhar no fio da navalha, onde em qualquer sintoma de lentidão ou retrocesso será bombardeado por uma infinidade de contrários que estarão sempre em busca de uma ínfima oportunidade. São os ossos do ofício do homem mais poderoso do mundo, que talvez não tenha dimensão do incomodo e gigantesco fardo que terá que carregar.
Nos Estados Unidos, todos vêem em Obama a esperança da restauração, num curto espaço de tempo, a confiança e a integridade de uma nação atualmente descrente e com dignidade um pouco ofuscada. Referente ao Globo, espera-se do democrata uma atitude pacificadora, mais tolerável, com um senso cooperante muito maior. Caberá a Obama mostrar a população mundial que ele é muito mais do que a imagem feita por todos nós.  
Acredito que ser eleito o presidente dos Estados Unidos da América foi a mais fácil das batalhas de Obama. O significado histórico da eleição do primeiro afro-americano para a Casa Branca não pode ficar pela cor da pele nem pelas boas intenções. O democrata tem uma responsabilidade muito grande perante os americanos e ao mundo: mostrar que os sonhos, as esperanças e os desejos de mudança serão reais.

O fim do caminho

Ao longo dos últimos tempos tenho acompanhado um fato que infelizmente passou a ser corriqueiro na vida da maioria de nós: as drogas literalmente debulhando a vida das pessoas. Independente de classe ou status social, esse mal tem o potencial de destruir em um pequeno espaço de tempo tudo aquilo que um indivíduo colecionou ao longo da vida, com muito esforço e dedicação.

O caso mais recente foi o do ator Fábio Assunção, afastado das gravações de uma novela global para tentar se livrar do vício em cocaína. Informações ventiladas em diversos meios de comunicação afirmaram que o ator já não mais possuia condições de atuar, vindo a faltar por inúmeras vezes às gravações, não conseguindo sequer decorar os textos, sintomas decorrentes do abuso excessivo de drogas. Analisando os fatos, quais são as razões que levam as pessoas a consumir drogas, mesmo sabendo que as mesmas só trarão problemas em suas vidas? Seria para fugir de problemas emocionais, ou para serem aceitas em um determinado grupo? Ou talvez para se sentir independente, ou até por pura curiosidade?

Creio que o ato de se drogar não pode ser tratado como uma simples escolha. Aos meus olhos a dependência química é uma doença crônica, progressiva, incurável e fatal, caracterizada pela compulsão (característica física em que o corpo solicita de mais substâncias) e obsessão (característica mental), e não um desvio de caráter como muitos imaginam. Mas você deve estar se perguntando neste momento: Mas por que as pessoas experimentam mesmo tendo ciência de todas as coisas ruins que podem acontecer?

Nunca ouvimos ninguém que se tornou dependente de algo ruim. O ser humano tem uma busca incansável pelo prazer. Uns procuram no sexo, outros nos jogos, compras e outros infelizmente nas drogas, efetuando um verdadeiro disparo no escuro, sem saber o que poderá acontecer após a ação.

No entanto, o resultado do uso abusivo é sempre trágico, não por uma questão de certo ou errado, bom ou mal. Simplesmente pela qualidade de vida que o ser humano pode ter utilizando entorpecentes, que acaba conduzindo o mesmo a um final com apenas três vias: Prisões, instituições de recuperação ou a morte.

Abusos e ameaças

Muita gente já abusou, e abusa, em várias questões, sejam elas políticas, esportivas, escolares, particulares, apenas por serem políticos, diretores de escola, presidentes de clubes e associações, policiais ou apenas porque conhecem ou são parentes de pessoas que exercem esses cargos em questão. Os políticos são “reis” quando se trata de abusar dos privilégios de seus cargos, muitos deles ultrapassam o que lhes é permitido. No caso dos políticos, que estão para nos servir, além de receber auxílio paletó, auxílio moradia, carros e passagens aéreas para viagens, isso e aquilo, abusam levando parentes para viagens com o dinheiro do povo, fazendo “pequenas compras” com cartões corporativos... e por aí vai.

Outro caso não menos relevante e que em muitas vezes causa medo nas pessoas, são os abusos seguidos de ameaças, e em certos casos até de violência. E quando isso é feito para inibir, coagir as pessoas, é ainda mais preocupante e isso se assemelha ao que aconteceu com dois profissionais da região.

Um caso que seguimos em todas as emissoras de tv e jornais não só da região, mas em diversas localidades do Brasil foi o caso da suposta agressão, que dois policiais militares de Mairinque foram acusados. Logo depois que dois jornalistas foram até o local colher depoimentos e fazer imagens da escola, conjugada ao Batalhão da PM, localizados na rua, um dos PMs acusados da suposta agressão, muito irritado, disse que o que os profissionais da informação faziam era ilegal e que se as imagens ou qualquer manifestação redigida em relação a PM e o “seu” batalhão os repórteres estariam “f...” e que ele iria atrás dos mesmos. Ir atrás fazer o que? Bater? Conversar? Fazer mais ameaças? Ou o quê? Isso não sabemos, mas a ameaça em si foi proferida. Será que foi um blefe ou somente uma tentativa de coagir e de tentar fazer com que nada fosse publicado.

Tentar calar jornalistas que trabalham sério, colhendo informações, apurando todos os fatos, mesmo que alguns não queiram dar informação alguma, ameaçando os profissionais, é no mínimo estupidez, pois a partir do momento em que se escolhe ser um jornalista, se sabe dos futuros riscos que se pode correr. O medo existe, é claro, pois aquele que vive sem medos, não vive a vida intensamente, a adrenalina que se sente ao estar correndo perigo, mas mesmo assim correr atrás do objetivo, da matéria, isso é o que importa para verdadeiros jornalistas.Ameaças vêm e vão, mas o sentimento de dever cumprido é maior do que tudo, a satisfação de poder ajudar aqueles que não tem voz, mesmo sob ameaças, sob medo, não tem preço.  Esse é o sentimento dos verdadeiros profissionais da informação. Não vamos nos acomodar e tão pouco ser intimidados por pessoas que por certas situações, mostram descontrole emocional e acabam descontando em pessoas que nada tem a ver com seus problemas. E nesse caso as ameaças foram feitas a pessoas que não fogem da luta, jornalistas cujo a função é informar a qualquer preço!

Consumismo influenciável

Analiso o cenário em estamos todos imergidos e me pergunto: O que são tendências? O que dita o conceito de ‘estar na moda’? Quase sempre as conclusões que chego apontam que tais atitudes servem para seres que não conseguem perceber como poderia ser melhor possuir certas individualidades no comportamento, e não se tornar apenas mais um escravo guiado e afetado pelo consumismo atual dominante.

Seja pelos meios de comunicação ou através das pessoas nas ruas a moda parece cada vez mais se alastrar como um câncer, que vez ou outra causa espasmos prazerosos, levando a massa a contentar-se ao adquirir o mais recente artigo e em exibi-lo às pessoas.

Longe deste simples escritor ao afirmar que seja perfeito e não sofra influência de tal avalanche consumista. Porém, creio que seja relevante questionar e não ingerir tudo o que nos é imposto.

Falando em consumismo, o Natal é a época do ano que ele chega em seu apogeu, onde geralmente todos desejam comprar presentes. Não estou aqui defendendo a essência cristã do Natal, ultimamente cada vez mais esquecida, mas sim demonstrando como o espírito consumista invadiu nossa sociedade prometendo a felicidade a cada nova aquisição. Dia dos pais, das mães, das crianças, Páscoa, Natal, aniversário. Seja qual for a comemoração corrente, vemos que o que importa é gastar.

Tal fenômeno tipicamente capitalista não atinge somente as classes média e alta. Age também nas camadas mais baixas fazendo com que a contradição de querer e não poder provoque sérios dilemas sociais. Isso acontece graças ao grau de difusão do consumismo, da futilidade e das aparências presentes em nossa sociedade.

É importante questionar as mais diversas informações que chegam até nós. Se continuarmos a caminhar cegamente consumiremos tudo, até que nós mesmos nos consumamos, fazendo com não reste mais nada para consumir além da ignorância, a inutilidade e o egoísmo.

 

Parece, mais não é!

Acompanhei no último ano um fato que nem todos os seres humanos acreditam, pois geralmente não existem muitas evidências que ratifiquem o fato: a ressurreição. Segundo o Cristianismo, Jesus Cristo morreu na Sexta-Feira da Paixão e veio a ressuscitar no terceiro dia, sendo o único ser vivo, segundo a vertente religiosa citada acima, a conceber tal fato.

Você caro leitor, em algum instante da vida recebeu sinais de que há possibilidade de pessoas e coisas deixarem de existir e, quando menos se espera a mesma ressurge? Eu posso dizer com convicção de que presenciei tal fato, quando o Governo Federal fez a CPMF voltar do além, mudando o imposto de nome, agora chamado de CSS, Contribuição Social para a Saúde, que partir de 2009 irá descontar 0,10% de todas as nossas operações financeiras.

Seguem as perguntinhas básicas: O dinheiro arrecadado (R$10 bilhões) com a CSS será realmente investido na Saúde do país? Após ter sido aprovada no Congresso Nacional por apenas dois votos de diferença, será que o Senado vai permitir que o imposto seja aprovado? Sinceramente? Espero que não, mas tudo pode acontecer quando se trata das ações em Brasília. Fique atento!

 

 
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